Dirigidas ao público em geral, estas conversas convidam a uma visita e uma perspectiva crítica a uma das exposições nucleares da EXD’11/LISBOA. No dia 12, realiza-se a primeira, acerca das “arquitecturas do infortúnio económico e da catástrofe natural”, com Álvaro Domingues e João Nunes. No dia 19 estarão em debate as “arquitecturas falidas dos ideais dignos e obsoletas pela força indomável do progresso tecnológico”, com João Paulo Martins.
Utilitas Interrupta apresenta em formato de fotografia, maquetas, mapas, holograma e vídeos, entre outros, “projectos outrora celebrados e agora esquecidos”, revela o comunicado. São examinados dezasseis case studies de obras infra-estruturais, oriundas de cinco continentes, “que por diversos motivos acabaram por não cumprir os seus ambiciosos objectivos”.
“Com base nos conteúdos expositivos, nas Conversas Temáticas Utilitas Interrupta especialistas de diversas áreas propõem-se a reflectir sobre as relações entre arquitectura e a nossa capacidade, enquanto sociedade, de identificar o carácter mutável das prioridades e valores em que assentamos as nossas aspirações e concretizações materiais”.











