De acordo com documento, “à queda abrupta no licenciamento de novos fogos habitacionais no sul do país (-61,8% em termos homólogos, até Agosto, enquanto a variação média nacional foi de -31,9%), juntam-se agora as diminuições nos concursos de obras públicas”.
O Algarve apresenta variações negativas no que respeita aos concursos abertos e adjudicados, em termos de volume e valor. Os resultados preliminares do Censos 2011, revelam que o número de casas vagas subiu 92,4% no Algarve ao longo dos últimos dez anos, contra a média nacional de 35%. Estes valores reiteram “a conclusão da análise de conjuntura da AECOPS, de que é, de facto, no sul do país que a crise no Sector é mais acentuada”.
É, igualmente, no Algarve que se verifica a maior quebra no número de empresas habilitadas para exercer a actividade de construção (menos 7,5% contra a média nacional e menos 1,4%) e que a carteira de encomendas é mais reduzida, estando apenas assegurados cinco meses de produção.
Neste contexto, esta região regista a menor percentagem de utilização da capacidade produtiva instalada (58,6%, face os 68,1% em termos nacionais) e o maior pessimismo dos empresários relativamente ao nível actual de actividade das suas empresas (-59,0%, com a média nacional em -49%) e às suas perspectivas futuras (-58% no Algarve e -33% no país).











