Dos edifícios licenciados, 61% correspondem a construções novas e, destas, 74,9% destinam-se a habitação familiar. Refira-se que o “licenciamento de obras registou os valores mais baixos desde 2001, tanto nos edifícios como nos fogos licenciados em construções novas para habitação familiar”, pode ler-se no documento.
Durante este período, Lisboa foi a única região do país que não apresentou uma variação anual positiva no número de edifícios concluídos, registando -11,2%. Os melhores desempenhos do trimestre foram conseguidos nas regiões dos Açores (+17,8%) e do Centro (13,4%).
No que diz respeito a edifícios concluídos em construções novas para habitação familiar, a variação média anual atingiu os 8,1%. A região Centro apresentou a variação mais elevada (+15,2%), enquanto as regiões de Lisboa e da Madeira apresentaram variações negativas de 12,9% e 3,3%, respectivamente.
A variação média anual dos fogos concluídos em construções novas para habitação familiar ficou-se pelos -2,3%. Aqui destacam-se a região do Alentejo com uma variação anual positiva de 10,5% e as regiões de Lisboa e do Algarve com variações anuais negativas de 13,6% e 6,3%, respectivamente.
Dos edifícios concluídos no 3º trimestre de 2011, 71% localizavam-se nas regiões do Norte e Centro, correspondendo-lhes quase 65% do total de fogos concluídos no país.
Face ao trimestre anterior, o número de edifícios licenciados registou uma queda de 5,5%,
enquanto nos edifícios concluídos, os dados INE apontam para uma redução de 16,8%, conclui o Instituto.











