Estes valores reflectem “crise que o sector da Construção atravessa em Portugal e que se estende a todo o território mas mais acentuadamente no Algarve”, escreve a Associação em comunicado.
É na região do Algarve que o mercado das obras públicas revelou, durante todo o ano de 2011, “o comportamento mais preocupante, com quebras muito acentuadas tanto no lançamento como na adjudicação de concursos públicos (-61% no valor dos concursos abertos e -84% no montante das adjudicações, até ao final de Novembro e em comparação com o mesmo período de 2010)”.
Perante este cenário, os empresários algarvios são os mais pessimistas do país, “com o saldo das respostas extremas a situar-se nos -72%, ou seja, o mais desfavorável dos apurados para os diversos segmentos de actividade, nas diferentes regiões analisadas”.











