De acordo com a consultora, o acumulado até Julho observa uma absorção total de 33 886 metros quadrados. As quedas mensal e homóloga ascendem a 36% e 42%, respectivamente.
A consultora revela também que do total de absorção mensal em Julho, 5% diz respeito à mudança de instalações, o que implica uma libertação de espaço usado no mercado. “Apenas 21% das operações resultaram da entrada de novas empresas na região de Lisboa, uma realidade que evidencia as actuais dificuldades económicas e financeiras do país e do seu tecido empresarial”.
Quanto à segmentação por zonas, a zona seis (Corredor Oeste) foi a mais dinâmica, com uma absorção de 2 250 metros quadrados. Já a segunda mais activa, zona dois (CBD), registou uma actividade na ordem dos 594 metros quadrados ocupados, seguindo-se a zona cinco (Parque das Nações), com um take up de 413 metros quadrados. Todas as restantes zonas registaram níveis de absorção que não superaram os 120 metros quadrados, traduzindo a fraca performance do mercado lisboeta.
Em termos de sectores de actividade, as empresas farmacêuticas e de aúde lideraram o dinamismo na tomada de espaços, ocupando, em Julho, 1 154 metros quadrados de escritórios, seguindo-se as TMT¹s e utilities, com 694 metros quadrados, outros serviços com 686 metros quadrados, produtos de consumo com 654 metros quadrados, e serviços empresas com 401 metros quadrados.











