A absorção de espaços no segundo trimestre na região EMEA totalizou os 2,7 milhões de metros quadrados, o que corresponde a 2% mais do que no trimestre anterior e 4% acima do trimestre homólogo.
As expectativas para a actividade anual continuam, no entanto, em linha com os níveis observados em 2010 (11,7 milhões de metros quadrados). “Esta realidade evidencia um forte contraste com a emergência de uma procura movida por planos de expansão, nos primeiros meses de 2011”, afirma a JLL em comunicado.
Segundo o research, no mercado de Lisboa, a actividade de ocupação de escritórios evidenciou uma ligeira melhoria no segundo trimestre de 2011 face ao trimestre anterior (18,8%), registando, porém, uma queda de 24,6% em termos homólogos.
“A consultora prevê que a actividade de ocupação de escritórios em Lisboa se mantenha estável nos próximos 12 meses, com as rendas prime a fixarem-se no segundo trimestre nos 228 euros/m2/ano, um valor que se mantém inalterado desde final de 2009. “A conclusão de nova oferta neste trimestre foi de apenas 6 012 m2, que, sendo um nível relativamente baixo, não impediu a subida da taxa de disponibilidade de 11,70% para 11,86%. Em relação à promoção de nova oferta, as perspectivas permanecem relativamente limitadas, prevendo-se um volume de cerca de 10 505 metros quadrados de novos escritórios, sem pré-arrendamento, até final do ano”.











