Durante este mandato, a direcção pretende “reforçar a promoção do uso de recursos renováveis para a produção de electricidade como base para o desenvolvimento sustentável, divulgando as mais-valias da aposta nestas tecnologias e a importância do sector na economia nacional”, explicam os responsáveis em comunicado.
As acções definidas para já apontam para a manutenção do “diálogo com o Governo, organismos da tutela e outros stakeholders” e o acompanhamento do “processo de adequação do Plano Nacional de Acção das Energias Renováveis (PNAER) à nova realidade nacional do sector e defender a inclusão da APREN nos conselhos consultivo e tarifário da ERSE”.
Álvaro Campos de Carvalho, da EDF-EN, António Lobo Gonçalves, da EDP Renováveis, António Gellweiler, da Iberwind, Hélder Serranho, da Generg, José Ricardo Rodrigues, da Portucel e Jorge Viegas, da RP Global Portugal, mantêm-se como vogais da direcção. Foram eleitos como novos membros Hugo Costa, da ENEOP2, e António Gaivão, da GDF Suez.
Na presidência da Assembleia Geral permanece António Eira Leitão, em representação da Hidroerg, acompanhado pelo vice-presidente Fernando Campos, da EHATB, e o secretário Luís Villa de Brito, da E.ON.
O Conselho Fiscal conta com Alda Delgado, da Tecneira, como presidente, e com Carlos Almeida Carvalho, da EDP Gestão de Produção, e Rui Neves da Finerge, como vogais.











